Solidão passa pela janela Levando, junto com o ar, Teu cheiro fétido. Teus aromas disfarçados Amortecidos Por um sorriso Que nunca resolveu se mostrar.
domingo, 4 de setembro de 2011
(...) E ele cultiva a chuva de outrora
Cuida de tudo, sem demora
Pois foi a chuva
E apena chuva
O que lhe restou.