terça-feira, 8 de maio de 2012

Enterrados





Eu não contei à ninguém.
Mas transcendeu  meus olhos.
E eu não consegui esconder.

Calei-me.
Calei-te.

Enterrados encontramos-nus
No amor, no sangue, na terra.
Livres, enfim,
De uma vida infeliz.

Um comentário:

Cristiano Marcell disse...

Bom poema e pesado num clima a lá Stephen King!

Muita paz!